Paco Britto um vice articulador, ativo e discreto

Depois do governador Ibaneis Rocha, o vice Paco Britto é a pessoa mais próxima do poder, no Distrito Federal. Mas ele não quer chegar ao lugar do titular para fazer alguma diferença. Paco Britto, quer fazer como um bom vice-governador, colaborando na transição, na articulação e na gestão pública, dialogando com a sociedade e somando forças com o titular Ibaneis Rocha



Paco Britto é nascido no Rio de Janeiro em 1964, a história do nosso vice-governado em Brasília começou 10 anos depois, em 1974, quando tinha 10 anos. Naquele ano, o carioca mudou-se para a capital da República com o avô Flávio Britto, ex-senador do Amazonas.

Foi na capital federal que Paco passou a maior parte da adolescência, até mudar-se para o interior de São Paulo, onde se formou em administração pela Universidade de Ribeirão Preto (Unaerp). 

Depois, voltou a Brasília e, ainda na juventude, conheceu a esposa: a advogada e empresária Ana Paula Hoff. O casal está junto há 32 anos e tem três filhos: Catharina, 22; Cristiano, 18; e Flávio, 16. Os dois mais velhos cursam medicina. O caçula está no ensino médio.

O futuro vice-governador é amante de boas comidas e viagens. Com a família, conheceu todos os continentes do mundo, exceto a Antártica. 

Paco iniciou a vida profissional como administrador, e logo abriu uma empresa de construção civil e administração de bens. A política era considerada um hobby. Há 11 anos no PTdoB, atual Avante, Paco participou, nesse período, da articulação para eleger deputados.

Durante o governo de Maria de Lourdes Abadia (PSB), em 2006, ele foi secretário Institucional.

O Avante é uma legenda considerada nanica até o último pleito. Com uma nominata forte e impulsionada pela vitória de Ibaneis Rocha, o partido de Paco Britto, vice-governador do emedebista, surpreendeu, conquistando 93.739 votos para deputado distrital, fazendo dois parlamentares.

Pode-se dizer que a principal função de um vice-governador é justamente ser o substituto imediato do titular do cargo. Em caso de renúncia, morte, cassação ou impeachment do titular, é o vice-governador que herda seu cargo. Ele também assume o cargo quando o titular se ausenta do DF dependendo do caso.

Para além de ser meramente um tampa-buracos, o vice-governador pode ser também um articulador político, auxiliando o titular do cargo no que estiver a seu alcance. Ou seja, ele não precisa assumir o cargo definitivamente para ser uma pessoa ativa na gestão.

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